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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Renato Terra - BEM TE VI

Renato Terra


Renato Constandt Terra (Rio de Janeiro, 1 de abril de 1950), artisticamente conhecido por Renato Terra, é um cantor, compositor, músico, arranjador e produtor musical brasileiro.

Filho de um maestro e de uma professora de música, Renato Terra começou no meio musical aprendendo piano clássico. Até os seis anos, só falava a língua alemã, uma vez que sua mãe era natural de Viena (Áustria).


Após formação e pós-graduação em Economia, pelas Faculdades Bennett e PUC-RJ, decidiu iniciar sua carreira como cantor/compositor aos 25 anos. Em 1978, lançou o LP “Renato Terra”, contendo suas canções “Bacará” e “Pena eu não saber”, ambas com Antônio Gil, “Cem milhões” (c/ Clarinha e Luis Mendes Júnior), “Fatos e fotos” (c/ Luis Mendes Júnior), “Eu preciso encontrar você”, “Vinte anos”, “Vou sair pelo mundo”, “Se você soubesse”, “Helena” e “Aconteceu”.
Em 1979, trabalhou com Domingos de Oliveira na TV Globo, fazendo a Produção Musical de alguns seriados, entre eles : Divina Dama (com Vera Fisher) e Ciranda Cirandinha ( com Fábio Jr e Lucélia Santos).


Gravou, em 1981, mais um LP com o título “Renato Terra”, vendendo mais de 1 milhão discos, com suas composições “Lá em Mauá”, “Tente entender” e “Sol da manhã”, todas com Casinho Terra, “Raio de sol” (c/ Alexandre Agra e Paulo Soledade Filho), “Bem ou mal” (c/ Antônio Gil), “Pra novamente ser feliz” (c/ Alexandre Agra e Ricardo Cantaluppi), “Não deixe de ser (Caminhante)” (c/ Paulo Soledade Filho), “Divina dama” e “Estrela Mãe”, além de “Bem-te-vi”.


Em 1983, lançou o LP “Nova luz”, no qual registrou suas canções “Último vagão”, “Limiar do amor”, “Só por existir” e “Flor do campo”, todas com Fred Nascimento, “Amar é” (Gastão Lamounier) e “Quebra-gelo” (Alexandre Agra e Gastão Lamounier), além de “Sacramento" (Casinho Terra) com a participação de Beto Guedes e “Tudo azul” (Luis Guedes e Thomas Roth), com a participação de Luis Guedes e Thomas Roth.


Gravou, em 1986, o LP “Baby” contendo suas composições “Pra novamente ser feliz” (c/ Maurício Mello), “Toda madrugada” (c/ Claudinha e Paola Prado), “Caroline” (c/ Claudinha), “Armação” (c/ Alexandre Agra e Paola Prado), “Tic-tac” (c/ Tavinho Paes), “Sem você” (c/ Gastão Lamounier e Claudinha), além de “Coração chinês” (Fred Nascimento), “Sempre em paz” (Paulinho Soledade) e “Nossa rua” (Gilson e Carlos Colla).


Em 1994, lançou o CD “Renato Terra”, com suas canções “Meu grande amor” (c/ Cezinha), “Eu você só nós dois” (c/ Claudinha), “Amar não é” (c/ Marcinha), “Amor muito louco”, “Paixão esquecida (Gisela)”, “Surpresa”, “Tão longe (Caio e Kim)”, “Surpresa II”, “Mudando pra melhor” e “Estrela desgarrada”.


Gravou, em 1997, o CD “Renato Terra”, com as faixas “Lá Em Mauá I” e “Lá em Mauá II”, ambas com Casinho Terra, “Coisa de momento” (c/ Gastão Lamounier e Claudinha), “Eu espero” (c/ Luis Mendes Júnior), “Descoberta” (c/ Alice Tamborindeguy e Marcinha), esta com a participação de Leo Gandelman, “Dia de festa”, “Vencedor” e “Meio inteiro”, além de “Maromba” (Gastão Lamounier), “Nome e Sobrenome” (Pedro "Periquito” e Gastão Lamounier) e “Enfermeiro” (Casinho Terra), esta com a participação de Serjão Loroza.


De sua discografia constam ainda participações nos seguintes discos: “Te contei? – Trilha sonora da novela da Rede Globo” (faixa “Pena eu não saber”), “O amor é nosso - Trilha sonora da novela da Rede Globo” (faixa “Bem-te-vi”), “Obrigado doutor - Trilha sonora da novela da Rede Globo” (faixa “Tente entender”), “Final feliz – Trilha sonora da novela da Rede Globo” (faixa “Quebra gelo”), “Globo de Ouro vol. 7” (faixa “Lá em Mauá”), “Se liguem nessas!” (faixa “Flor do campo”), “Selva de Pedra – Trilha sonora da novela da Rede Globo” (faixa “Toda madrugada”), “Viver outra vez (Campanha no combate à Aids)” (faixa “Viver outra vez”, ao lado de Guilherme Arantes, Erasmo Carlos, Marcelo, Adriana, Márcio Greyck, Emílio Santiago, Dalto, Tim Maia, Neguinho da Beija-Flor, Elza Soares, Jane Duboc, Rosana, Jerry Adriani, Sylvinho e Osmir Neto), “12 grandes sucessos de Cláudio Rabello” (faixa “Bem te vi”) “A viagem – Trilha sonora da novela da Rede Globo” (faixa “Meu grande amor”) e "Estrela Guia - Trilha sonora da novela da Rede Globo” (faixa "Lá em Mauá").


 
Renato Terra - BEM TE VI 

Aí de ti, oh meu amor
Se entre as notas da canção
Bem -te-vi, ah meu bem-te-vi
Brilho frágil de emoção
Na alegria das manhãs
No começo de estação
Be m-te-vi, ah meu bem-te-vi
Brilho frágil de ilusão
Bem-te-vi, bem-te-vi, Bem-te-vi como o verão
Voa livre por entre os jasmins
Pousa no meu coração

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Perla - PEQUENINA

Perla
Perla, nome artístico de Ermelinda Pedroso Rodríguez D'Almeida (Caacupé, 17 de março de 1952), é uma cantora paraguaio-brasileira.
Nascida e criada no Paraguai, mudou-se para o Brasil bem jovem em busca de oportunidades e desafios. Consagrou-se na década de 1970 com o sucesso Fernando, versão em português de uma música do grupo Abba, dessa mesma década. Ao longo de sua carreira, vendeu mais de 15 milhões de álbuns, Ganhou 11 discos de ouro, dois de platina, um de platina duplo, entre outras premiações.

Oriunda de família de músicos paraguaios, fazia parte do grupo "Las Maravillas del Paraguay" com o pai e os irmãos. No início da década de 1970, devido a uma relação amorosa, deixou o grupo e foi para o Brasil, fixando-se depois na cidade paulista de Santos.

Chegando o Rio, na década de 1970, começou a se apresentar em casas noturnas, como "O Bigode do Meu Tio" em Vila Isabel. Seu repertório consiste basicamente em versões. Começou a fazer sucesso em meados da década de 1970, conquistando grande aceitação entre o público popular. Seu repertório é composto de tendências que vão das guarânias e boleros a versões de músicas pertencentes ao mundo pop, ficando conhecida como cantora romântica.

Gravou várias versões de músicas do conjunto sueco ABBA. Nessa fase, o seu maior sucesso foi a versão que ela fez para "Fernando", em 1976, incluída no LP "Palavras de amor". Em 1979, lançou um LP no qual as músicas apresentavam arranjos da disco-music, em voga na época, destacando-se uma versão para "Love's in the Air". Fez também versões para canções italianas e norte-americanas. Ao longo das décadas de 1980 e 1990, manteve-se ativa, apresentando-se em shows e programas, além de gravar alguns discos independentes financiados pelo seu fã-clube. Desse período, destaca-se o sucesso "Pequenina", versão de Chiquitita). Lançou em 1999 o CD "Especialmente para você".


 
Perla - PEQUENINA 

Pequenina do meu amor,
vem correndo pros meus braços
Eu guardo pra você
os mais caros lindos sonhos
Vai sorrindo ao mundo em redor
Tudo é novo e belo em seus olhos
Ah, desconhece o mal,
neste mundo de gente grande...

(refrão)
Pequenina do meu amor
Ser criança é como ser uma gaivota livre
Tudo é feito pra brincar, como é bom viver
Descobrindo seu encanto...

Pequenina do coração
Sabe até contar 1, 2, 3 e mostra os dedinhos
E me encanta o seu olhar,
Seu olhar de amor...
Seu sorriso pequenina...
Seu olhar, confiança e amor,
seu sorriso... pequenina

Pequenina do meu amor,
a boneca entre os braços
Seu vestidinho branco e lacinhos nos cabelos
As estrelas brilham no céu
Mas não brilham mais que seu olhos
Ah, você vai crescer...
Ái que pena... ái que pena...

Repete refrão


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Vanusa - MANHÃS DE SETEMBRO - PRA NUNCA MAIS CHORAR

Vanusa


Vanusa Santos Flores (Cruzeiro, 22 de setembro de 1947), conhecida simplesmente como Vanusa, é uma cantora brasileira.

Vanusa Santos Flores é paulista de Cruzeiro, mas foi criada em Frutal, Minas Gerais, cidade onde deu início a carreira de cantora. Aos 16 anos foi crooner do conjunto Golden Lions e com ele se apresentou em várias cidades da região.


Participou do programa "O Bom" apresentado por Eduardo Araújo na TV Excelsior e do programa "Linha de frente" da dupla "Os Vips". Na mesma emissora integrou o elenco do programa Os Adoráveis Trapalhões, também participou das últimas edições do programa Jovem Guarda da TV Record .


Célebre pelos seus relacionamentos, a cantora namorou diversos colegas como os cantores Jair Rodrigues, Wanderley Cardoso, Fábio Stella e Antônio Marcos. Quando participou de Os Adoráveis Trapalhões, a cantora chegou a ter aulas de judô para fazer cenas de ação e iniciou um namoro com o cantor Wanderley Cardoso (membro do elenco do programa humorístico).





Vanusa fez sucesso com muitas músicas e especialmente, na década de 1970, com as canções "Manhãs de Setembro", "Sonhos de um palhaço", "Paralelas" de Belchior e "Mudanças" de autoria da própria em parceria com o compositor Sergio Sá). Em 1973, apareceu em número musical no filme "Com a Cama na Cabeça.

Ao longo de sua carreira, gravou 23 discos e vendeu mais de três milhões de cópias. Representou o país em vários festivais internacionais e recebeu cerca de 200 prêmios. Por dois anos seguidos foi eleita a Rainha da Televisão. Entre os programas de televisão que participou estão o Qual é a Música?, Globo de Ouro e o Aquarela Brasileira.


É mãe de três filhos: Amanda, Aretha (filhas de seu casamento com o cantor Antônio Marcos), e Rafael Santos Vanucci, filho de seu segundo marido, Augusto César Vanucci. Seu filho foi o vencedor da segunda edição da Casa dos Artistas. Ela também sofreu um aborto no inicio de seu casamento com o cantor Antônio Marcos.


Também é mãe de Amanda e Aretha, filhas do seu primeiro marido, o cantor Antônio Marcos. Aretha foi apresentadora do ZYB Bom ao lado de Rafael, seu meio-irmão. Em 2013, retornou a agenda de shows depois de um período internada em uma clínica para tratar da depressão. Também participou de um comercial de cartões de créditos. No segundo semestre deu início as gravações de um disco com canções inéditas produzido pelo cantor Zeca Baleiro.


Em março de 2009, ao participar do primeiro encontro estadual para agentes públicos na Assembleia Legislativa de São Paulo, Vanusa causou consternação aos presentes ao cantar o Hino Nacional Brasileiro de forma desafinada e errada. Mais tarde alegou a má interpretação por estar sob a ação de um remédio contra labirintite, errando a letra. O vídeo da apresentação se espalhou rapidamente pela internet.


No ano seguinte, a cantora voltou a ser alvo de piadas, ao cantar no Parque do Idoso, em Manaus, em um evento em homenagem ao Dia dos Pais, Vanusa errou a letra de "Sonhos de um palhaço" de seu ex-marido Antônio Marcos, para compensar o equívoco a cantora cantou um trecho de "Como Vai Você", outra canção do ex-marido, segundo ela, sempre confunde as duas canções.


 
Vanusa - MANHÃS DE SETEMBRO

Fui eu quem se fechou no muro e se guardou la fora
Fui eu que num esforço se guardou na indiferença.
Fui eu que numa tarde se fez tarde de tristeza
Fui eu que consegui ficar e ir embora.

E fui esquecida
Fui eu
Fui eu que em noite fria se sentia bem
E na solidão sem ter ninguém fui eu
Fui eu que em primavera só não viu as flores
e o sol
Nas manhãs de setembro.

Eu quero sair
Eu quero falar
Eu quero ensinar o vizinho a cantar
Eu quero sair
Eu quero falar
Eu quero ensinar o vizinho a cantar
Nas manhãs de setembro
Nas manhãs de setembro
Nas manhãs de setembro
Nas Manhãs...

 
 
Vanusa - PRA NUNCA MAIS CHORAR

Vem, vem pra bem
perto dos meus olhos
Vivo tristonha a te esperar
Viver pra sempre junto a ti
Oh! Pra nunca mais chorar
Vem, traz teus abraços
pros meus braços
As tuas mãos quero beijar
Viver pra sempre junto a ti
Oh! Pra nunca mais chorar
Vem, traz tua boca
pros meus beijos
Somente a ti eu quero amar
Viver pra sempre junto a ti
Oh! Pra nunca mais chorar
Oh! Pra nunca mais chorar
Oh! Pra nunca mais chorar.


 

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Leno e Lilia - VÁRIOS TÍTULOS

Leno e Lilia

Leno e Lílian era uma dupla de cantores que começou a se apresentar nos anos 60 no programa Jovem Guarda. Era formada por Gileno Osório Wanderley de Azevedo (Natal, 25 de abril de 1949) e Sílvia Lília Barrie Knapp (Rio de Janeiro, 30 de março de 1948).

Em 1966, a dupla lançou o primeiro disco, com as canções "Pobre Menina" e "Devolva-me". O primeiro LP, gravado logo em seguida, incluía essas duas primeiras músicas e ainda "Eu Não Sabia Que Você Existia", outro sucesso.

Já em 1968, com uma separação da dupla, Leno seguiu carreira solo e gravou alguns discos com relativo êxito. Em 1972 eles voltam a se apresentar juntos. Nesse período, lançam canções produzidas e compostas por Raulzito (Raul Seixas), Renato Barros e outros autores, além de composições próprias.

Ao longo das décadas de 1970 e 1980, Lílian e Leno desenvolveram carreiras solo, com alguns breves reencontros.

Em 1980, Lílian obteve grande sucesso com a canção "Sou Rebelde".

Nos anos 90, Leno e Lílian participaram de shows comemorativos aos 30 anos de Jovem Guarda e se apresentaram juntos ou separadamente. Alguns discos da dupla e individuais de Leno foram relançados em CD.

Em 2001, Lílian volta em dose dupla: com o CD Lilian Knapp, seu primeiro álbum desde 1992, e o livro Como um Conto de Fadas (Editora Qualigraph), pequeno volume que é uma espécie de "autobiografia informal" da cantora.

 
Leno e Lilia - POBRE MENINA

Pobre menina não tem ninguém
Pobre menina não tem ninguém
tão pobrezinha ela mora em um barracão
e todo mundo quer magoar seu coração

a mim não interessa quem sejam seus pais
porque pobre menina eu te quero demais

vive mal vestida em seu bairro a vagar
em toda sua vida só tem feito chorar

como num conto de fadas nós vamos casar
e então toda tristeza vai acabar

vai acabar ...
 
Leno e Lilia - A POBREZA

Todo mundo tem
Um amor na vida
E por ele tudo é capaz
Eu tenho uma paixão
Que é proibida só por que sou pobre demais

A garota que eu adoro
Por quem tanto choro
Nao pode me ver
Nunca soube o que é tristeza
Vive na riqueza
Sem poder viver

Nosso amor é tão bonito
Mas seus pais nao querem nossa união
Pensam que a pobreza é lixo
E que rapaz pobre não tem coração.

Todo mundo tem
Um amor na vida
E por ele tudo é capaz
Eu tenho uma paixão
Que é proibida só por que sou pobre demais

A garota que eu adoro
Por quem tanto choro
Nao pode me ver
Nunca soube o que é tristeza
Vive na riqueza
Sem poder viver

Nosso amor é tão bonito
Mas seus pais nao querem nossa união
Pensam que a pobreza é lixo
E que rapaz pobre não tem coração.

A garota que eu adoro
Por quem tanto choro
Nao pode me ver
Nunca soube o que é tristeza
Vive na riqueza
Sem poder viver

Nosso amor é tão bonito
Mas seus pais nao querem nossa união
Pensam que a pobreza é lixo
E que rapaz pobre não tem coração.

 
Leno e Lilia - EU NÃO SABIA QUE VOCÊ EXISTIA

Quando eu te conheci
Meu bem
Não acreditei
Você era a garota
Que eu sonhei

Seus olhos lindos
Sempre
Olhando nos meus

Olhei pro céu e
Até meu bem
Dei graças a Deus


Por ter enfim encontrado
O amor
Que eu sempre esperei
Com todo ardor

Jamais imaginei meu bem
Te ver algum dia
Eu não sabia
Que você existia

 


 
Leno e Lilia - COISINHA ESTÚPIDA

Existe um amor dentro de mim
Que eu não posso nem mais controlar
Se olho pra você e vejo o seu jeitinho
De sorrir e de falar
É algo tão estranho que eu mesmo
Não consigo mais compreender
Uma coisinha estúpida
Que eu gosto de sentir
Que é amar você
Espero amorzinho
Que o meu carinho por você
Não seja em vão
Entrego de presente
Minha vida meu destino e meu coração
Existe um amor dentro de mim
Que eu não posso nem mais controlar
Se olho pra você e vejo o seu jeitinho
De sorrir e de falar
É algo tão estranho que eu mesmo
Não consigo mais compreender
Uma coisinha estúpida
Que eu gosto de sentir
Que é amar você
É algo tão estranho que eu mesmo
Não consigo mais compreender
Uma coisinha estúpida
Que eu gosto de sentir
Que é amar você
Amar você
Amar você
Amar você



segunda-feira, 11 de julho de 2016

Martinha - EU DARIA MINHA VIDA

Martinha
Martha Vieira Figueiredo Cunha, a Martinha (Belo Horizonte, 30 de julho de 1949) é uma cantora e compositora brasileira.
 

Foi apelidada de "Queijinho de Minas" pelo rei Roberto Carlos. Destacou-se na Jovem Guarda participando de programas musicais e de entrevistas nas mais importantes emissoras de televisão.
 

Seu grande sucesso foi Eu daria a minha vida, gravada em 1968, depois também gravada por Roberto Carlos, exemplo seguido por outros cantores.
 

Ao longo de sua carreira, iniciada em 1966 e feita no Brasil e no exterior, gravou 23 LP, que somaram três milhões de cópias vendidas. Alcançou grande êxito na América Latina com canções como "Hoy daria yo la vida", "Llueve" e "Aquí".
Ganhou todos os prêmios possíveis no país, e muitos outros no exterior. Como compositora, conseguiu grande êxito, tanto com cantores da Jovem Guarda como com os sertanejos.
Atualmente reside na cidade de São Paulo.

 
Martinha - EU DARIA MINHA VIDA

Eu daria minha vida para te esquecer
Eu daria minha vida pra não mais te ver

Eu daria minha vida para te esquecer
Eu daria minha vida pra não mais te ver

Já não tenho nada
A não ser Você comigo
Sei que é preciso Esquecer
Mas não consigo

Eu daria minha vida para te esquecer
Eu daria minha vida pra não mais te ver

Eu daria minha vida para te esquecer
Eu daria minha vida pra não mais te ver

Digo a todo mundo
Nunca mais Verei
Aqueles olhos tristes Que eu tanto Amei

Mas existe em mim um coração Apaixonado
Que diz Só pra mim
Que eu daria minha vida pra você voltar
Que eu daria minha vida pra você ficar

Digo a todo mundo Nunca mais Verei
Aqueles olhos tristes Que eu tanto Amei

Mas existe em mim um coração
Apaixonado Que diz Só pra mim
Que eu daria minha vida pra você voltar
Que eu daria minha vida pra você ficar
 



segunda-feira, 4 de julho de 2016

Marcos Roberto - A ULTIMA CARTA

Marcos Roberto

Marcos Roberto Dias Cardoso, mais conhecido como Marcos Roberto (São Paulo, 26 de junho de 1941 - Osasco, 21 de julho de 2012) foi um cantor e compositor brasileiro que fez sucesso desde a década de 1960 e na década de 1980 com a música A última carta, que ficou meses em primeiro lugar nas paradas e vendeu mais de dois milhões de discos.

Um dos cantores mais premiados, ganhou o troféu Chico Viola e vários discos de platina e diamante. Devido ao grande sucesso, participou dos principais programas de rádio e televisão da época. A música "A Última Carta" originalmente é do compositor potiguar Antonio Marcelino Vieira, de nome artístico AMV, falecido em 2006, que doou a letra e a melodia a Marcos Roberto, por ocasião de uma apresentação que este último fazia numa pequena cidade do Rio Grande do Norte, em 1970. A doação de músicas - por pequenos compositores a artistas de renome nacional - era um fato corriqueiro nos anos 60/70, no Nordeste brasileiro.
 

Marcos Roberto ultimamente era produtor de novos cantores e bandas musicais e continuava compondo músicas. Marcos Roberto foi um dos nomes ligados à Jovem Guarda, nos anos 60, participante do consagrado programa comandado por Roberto Carlos, na TV Record. Participou com grande brilho do show da Rádio América, em 15 de março de 1968, no antigo Cine Piratininga do Bras, espetáculo comandado por José Paulo de Andrade, Sergio de Freitas e Newton Miranda, apresentadores de uma das programações jovens de maior audiência no rádio, na época.
 

Marcos Roberto faleceu no dia 21 de julho de 2012 aos 71 anos devido a falência múltipla dos órgãos. O cantor estava internado no Hospital Municipal Antônio Giglio, na cidade de Osasco, em São Paulo, segundo amigos e familiares Marcos Roberto sofria de depressão por causa da morte de sua mulher vítima de câncer.


 
Marcos Roberto - A ULTIMA CARTA

Eu resolvi a lhe escrever a última carta
Para pedir mais uma
vez a sua volta
Com sua ausência eu sofro tanto
E não
consigo acreditar
Que você já me esqueceu e não quer voltar

Se você sentisse a saudade que eu sinto agora
Mandaria a carta que eu espero logo sem demora
Nossa casa sem você é triste não é mais aquela
Mas posso dizer que a felicidade ainda aqui te espera

Tento dormir mas a saudade não me deixa
É madrugada e outra vez
estou chorando
Está carta manchada de lágrimas
Mais uma vez vai lhe dizer
Que eu estou morrendo apaixonado por você

Escreva-me, escreva-me, escreva-me a última carta
Escreva-me, escreva-me, escreva-me a última carta.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Márcio Greyck - O MAIS IMPORTANTE É O VERDADEIRO AMOR

Márcio Greyck

A sua carreira teve início em 1967 quando lançou o seu primeiro disco com canções dos Beatles, incluindo a sua primeira composição Venha sorrindo.
O sucesso nacional chegou na década de 1970, com a canção Impossível acreditar que perdi você, parceria com o seu irmão Cobel. O disco vendeu mais de 500 mil cópias, sendo considerado à época como um fenômeno de vendas, tendo ficado nas paradas durante seis meses consecutivos. A canção foi regravada por mais de 60 artistas de diferentes estilos de interpretação, entre eles Fábio Júnior, Rita Ribeiro, Verônica Sabino, Wilson Simonal, Rosana, e Toni Platão.
É o autor de sucessos como O Infinito, O mais importante é o verdadeiro amor, Aparências, O Travesseiro, Reencontro e outros.
Lançou um disco em espanhol para toda a América Latina e foi reconhecido também em Portugal.
Foi um dos artistas que mais atuou em programas de TV, tendo inclusive apresentado o seu próprio programa (O mundo é dos jovens) na extinta TV Tupi de São Paulo, além de participar de festivais internacionais e ganhar prêmios importantes como a Gaviota de Plata em Viña del Mar no Chile, em 1983.
Como compositor também tem canções gravadas por Roberto Carlos, como Tentativa e Vivendo por viver. Esta última foi também gravada por Zezé di Camargo e Luciano, e ainda por Sérgio Reis.
Atualmente reside em Belo Horizonte de onde se desloca para atender a inúmeros convites para shows em todo o Brasil. Trabalha também em parceria com o seu filho mais novo, Bruno Miguel que também prepara um CD com músicas inéditas a ser lançado em breve
 
Márcio Greyck - O MAIS IMPORTANTE É O VERDADEIRO AMOR

Quanto sinto em dizer-te
que me podes desprezar
logo, logo sei que devo deixar-te
já não posso mais sonhar.
Você fica tão calada
não sei mais o que fazer
se te sentes por minha culpa desprezada
sei que não terei perdão.

REFRÃO
Você deve compreender-me
se eu quiz sonhar
foi você que teve a idéia de querer-me
e isso eu quero esquecer
Para que pedir carinho
que não vale mais
pois o meu destino está tão marcado
ah, minha vida, outra vida, um amor de verdade


Te asseguro que esta noite
voltarei para quem amo
sei também que não é hora, nem é fácil
mas perdão te pedirei

REFRÃO

Nós sabemos que num instante
nosso amor se acabou
e compreendes que o mais importante
é o verdadeiro amor.


segunda-feira, 20 de junho de 2016

José Augusto - MES ESQUECI DE VIVER

José Augusto

José Augusto Cougil (Rio de Janeiro, 16 de agosto de 1953) é um cantor e compositor brasileiro.

Filho único de Sofhia Cimillo Cougil e Augusto Cougil Novoa, aos 8 anos começou a estudar piano, harmonia e solfejo no conservatório nacional de música do Rio de Janeiro. Logo depois ganha um piano de presente do pai para praticar em casa. Com 12 anos ganhou o primeiro violão, e aprende a tocar o básico.
Aos 14 anos participou do festival de música de Santa Teresa quando recebeu o seu primeiro prêmio como melhor interprete do festival. Dos 14 aos 17, fez testes em quase todas as gravadoras do Brasil sendo reprovado em todas, até que conseguiu uma nova chance com o produtor Renato Corrêa, integrante do grupo Golden Boys tendo assim a oportunidade de cantar com a orquestra do maestro Gaya, sendo aprovado e pronto para gravar seu primeiro disco.
A carreira do cantor e compositor começou em 1972, quando ele levou uma fita de suas músicas à então gravadora EMI.
O produtor de discos Renato Correia, logo percebeu o talento de José Augusto, e imediatamente recomendou sua contratação. Em 1972 teve sua primeira composição gravada por Cauby Peixoto. No mesmo ano gravou um compacto simples como teste. Em 1973 gravou o seu primeiro disco oficial com a música "De Que Vale Ter Tudo Na Vida" com vendagem de um milhão de cópias.


 
José Augusto - ME ESQUECI DE VIVER

De tanto correr pela vida sem rumo
Me esqueci que na vida se vive um momento
De tanto querer ser em tudo o primeiro
Esqueci de viver os detalhes pequenos

De tanto brincar com os meus sentimentos
Vivendo de aplausos, envolto em sonhos
De tanto cantar minhas canções ao vento
Já não sou como eu fui, Já não sei o que sinto

Me esqueci de viver, Me esqueci de viver
Me esqueci de viver, me esqueci de viver

De tanto cantar ao amor e a vida
Eu fiquei sem amor uma noite de um dia
De tanto brincar com quem eu mais queria
Eu perdi sem querer o melhor que eu tinha

De tanto ocultar a verdade com mentiras
Enganei sem saber que era eu quem perdia
De tanto esperar o que eu nunca oferecia
Hoje eu vivo a chorar, O que eu sempre temia

Me esqueci de viver, me esqueci de viver
Me esqueci de viver, me esqueci de viver

De tanto correr pra roubar tempo ao tempo
Esquecendo até dos melhores amigos
De tanto lutar sem pensar no fracasso
Descobri sem querer, que eu vivi sem motivo

Me esqueci de viver, me esqueci de viver
Me esqueci de viver, me esqueci de viver

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Jessé - PORTO SOLIDÃO - IF YOU COULD REMEMBER

Jessé

Jessé Florentino Santos, conhecido apenas como Jessé (Niterói, 25 de abril de 1952 – Ourinhos, 29 de março de 1993), foi um cantor e compositor brasileiro.

Jessé foi criado em Brasília. Mudou-se para São Paulo já adulto, e atuou como crooner em boates. Depois, integrou os grupos Corrente de Força e Placa Luminosa, animando bailes por todo o Brasil.
 

Ainda nos anos 70, também chegou a gravar em inglês com o pseudônimo de Tony Stevens. Foi revelado ao grande público em 1980, no Festival MPB Shell da Rede Globo com a música "Porto Solidão" (Zeca Bahia/ Ginko), seu maior sucesso, ganhando prêmio de melhor intérprete.

Em 1983, ganhou o XII Festival da Canção Organização (ou Televisão Ibero-Americana) (OTI) realizado em Washington, com os prêmios de melhor intérprete, melhor canção e melhor arranjo para "Estrelas de Papel" (Jessé/ Elifas Andreato).


De voz muito potente, no decorrer de sua carreira Jessé gravou 12 discos (como os álbuns duplos "O Sorriso ao Pé da Escada" e "Sobre Todas as Coisas") mas nunca conseguiu os louros da crítica especializada. Morreu aos 40 anos, em 29 de março de 1993 de traumatismo craniano sofrido num acidente de carro quando se dirigia para a cidade de Terra Rica, no Paraná, para fazer um espetáculo.


 
Jessé - PORTO SOLIDÃO

Se um veleiro repousasse na palma da minha mão
Sopraria com sentimento e deixaria seguir sempre
Rumo ao meu coração
Meu coração
A calma de um mar que guarda tamanhos segredos
De versos naufragados e sem tempo

Rimas de ventos e velas, vida que vem e que vai
A solidão que fica e entra
Me arremessando contra o cais



 
Tony Steves (Jessé) - IF YOU COUD REMEMBER



segunda-feira, 6 de junho de 2016

Jane e Herondy POR MUITAS RAZÕES EU TE QUERO

Jane e Herondy

Jane e Herondy é uma dupla musical brasileira de grande sucesso na década de 1970, formada por Jane Moraes e Herondy Bueno.
 

Recordista de vendas com a música Não Se Vá. A dupla recebeu os direitos autorais dessa música em 1976. Fez shows por todo o Brasil e participou de programas de televisão como Qual é a Música?, Cassino do Chacrinha e Almoço com as Estrelas. Ganharam vários prêmios e gravaram mais de 50 discos. A dupla foi casada por 33 anos, ficaram separados cerca de sete anos. Em 2010 eles se reconciliaram. Após a volta do casal, decidiram retomar a carreira artística.


 
Jane e Herondy POR MUITAS RAZÕES EU TE QUERO 

Nan nan nan
Por que tu me ensinaste a viver desta forma te quero
Não encontro razão nesta vida e por isso te espero
Pela imensa ternura e teu modo de ser eu te quero
Ao teu lado eu sinto o quanto te amo e venero

Por que me ensinaste a viver desta forma te quero
Por que antes de ti não senti um amor tão sincero
Por que nada me dá a ternura que ao teu lado encontro
É por essa e por muitas razões que eu tanto te quero

Porque nunca na vida encontrei um amor verdadeiro
porque estando ao teu lado eu enfrento o mundo inteiro
porque contigo aprendi que a vida é melhor
e ao teu lado eu encontro ternura e amor
que é por essa e por muitas razões que eu tanto te quero

Nan, nan, amor amor (3x)
Nan, nan

Por que às vezes dormindo querida em meus sonhos te chamo
Pela imensa ternura e teu modo de ser que eu te amo
Esse amor é tão grande que o mundo parece pequeno
É por essas e muitas razões que eu tanto te quero.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Gilson Campos - CASINHA BRANCA

Gilson Campos


Gilson Vieira da Silva, conhecido artisticamente por Gilson (Macau, 1 de agosto de 1952) é um cantor, compositor e produtor musical brasileiro.

Notabilizou-se a partir de 1976, com Casinha Branca, composta por Joran (seu principal parceiro de composições) e Marcelo, que integrou a trilha sonora da telenovela Marrom Glacê, de 1979. A música, que fez parte do primeiro LP, um compacto simples batizado com o nome do cantor, foi regravada por diversos artistas, com destaque para a interpretação de Maria Bethânia, que a incluiu no CD Maricotinha ao vivo - 35 Anos de Carreira, em 2002. Gilson ainda lançaria outros três álbuns: Vitrine (1980), "Encontro Casual (1987) e Tempo Bom (1991).
Radicado desde 1966 no Rio de Janeiro, é irmão do também cantor Nazareno Vieira e dedica-se atualmente à função de produtor musical.


Em 2011, o rapper Dexter lançou Como vai seu mundo, cuja letra é inspirada em Casinha Branca.

 
Gilson Campos - CASINHA BRANCA
 
Eu tenho andado tão Sozinho
Ultimamente
Que nem vejo à minha frente
Nada que me dê prazer
Sinto cada vez mais longe
A felicidade
Vendo em minha mocidade
Tanto sonho perecer
Eu queria ter na vida
Simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca
De varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Às vezes saio a caminhar
Pela cidade
À procura de amizades
Vou seguindo a multidão
Mas eu me retraio olhando
Em cada rosto
Cada um tem seu mistério
Seu sofrer, sua ilusão
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Eu queria ter na vida simplesmente um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Gilberto Lemos - A RUA QUE VOCÊ MORAVA

Gilberto Lemos

Foi com estas frases da música "A Rua Em Que Você Morava", cantada quase chorada, que Gilberto Lemos conquistou em 1981 o que todo artista procura: o sucesso. De repente, da noite para o dia, todas as rádios do país começaram a tocar a música e instantaneamente caiu no gosto do povo. Foi de repente também que as gráficas começaram a rodar pôsteres e mais pôsteres do novo ídolo, transformando o capixaba tímido em mais um queridinho das meninas do Brasil. Aparições na TV, shows em caravanas de apresentadores importantes, disco de ouro, carrões e muita fama deram para Gilberto a oportunidade de experimentar o que seu conterrâneo mais famoso, o “rei” Roberto Carlos, sentia desde o sucesso da Jovem Guarda.

Filho de uma família sem maiores recursos, Joubert Fernandes Lemos começou a trabalhar com nove anos. Foi lavador de carros, engraxate, office-boy e balconista. Gilberto é de Cachoeiro de Itapemirim. Artisticamente, decidiu seguir carreira, quando venceu um concurso de música na sua cidade. A partir daí, começa a fazer constantes apresentações em shows realizados em boates e bailes da cidade. A oportunidade para estrear no disco veio com o apoio que recebeu do produtor Nunes Hernandes. Assina contrato com a RGE no auge dos seus vinte e um anos de idade e logo de primeira seu disco agrada em cheio, sendo um dos mais vendidos do ano de 1981. A gravadora percebeu o talento de Gilberto tanto para cantar, quanto para compor músicas românticas. Quando chegou na gravadora, o cantor já tinha mais de cinquenta composições escritas, prontas para gravação.

Lamentavelmente, o sucesso de Gilberto Lemos foi rápido demais, sumiu na estrada, perdeu a direção ou simplesmente foi descartado antes do tempo. Não foi somente "A Rua Em Que Você Morava" que fez sucesso na voz de Gilberto, o cantor ainda emplacou outros sucessos, mas o tempo já era outro. A supervalorização que a mídia deu para o rock nacional acabou por prejudicar o romantismo dos nossos cantores nos anos 80, fazendo com que os jovens mudassem radicalmente a preferência musical, mas não totalmente para o rock. A debandada para as estações de FM's mudou o perfil do consumidor naquela época.



 
Gilberto Lemos - A RUA QUE VOCÊ MORAVA

Aquela rua não é mais a mesma rua
Aquela rua não é mais a mesma rua, ficou tão diferente desde que você mudou,
E aquela casa não é a mais a mesma casa, agora é tão triste sente falta de você.
E quando olho pra janela e não te vejo sinto falta e desejo do amor que eu perdi
Sua presença satisfaz e me fascina, você é a menina que nasceu só para mim.

Me lembro ainda do bilhete carinhoso que você me escreveu quando eu a conheci.
Você dizia que me amava e me adorava, dizia que queria ser a minha namorada
Eu aceitei e contente então fiquei, pois você é diferente de muitas que conheci
Cabelos pretos dos lábios cor de rosa, você é uma rosa que nasceu no meu jardim.

Hoje eu me sento no murinho la da rua onde você passava toda hora pra me ver
Desconfiada com medo dos seus pais, seus olhos me olhavam, mas fingiam não me ver.
E quando olho pra janela e não te vejo sinto falta e desejo do amor que eu perdi
Sua presença satisfaz e me fascina, você é a menina que nasceu só para mim. 4x

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Júlio César - TU - VOLTAREI (TORNERÓ)

Júlio César
 
Júlio César é um cantor que já esteve nos mais altos escalões que um artista popular gostaria de alcançar. Foi sucesso nacional e internacional. A sua voz suave e aveludada conseguiu atravessar o mar e chegar em outros países, como Portugal, Alemanha e Estados Unidos. Teve muitos sucessos, entre eles estão as músicas "Tu", "Vou Te Buscar, Maria", "Daniel", entre outras.

 
Júlio Cesar - TU

Quando tu partiste
Me deixaste teu olhar
Triste aqui dentro de mim
Tu estas longe
Mas posso dizer
Que ainda vives aqui

Tu que sabes
Quanto eu te amei
Tu que sabes que chorei
Tu muito alem, longe daqui
Tu que existes para mim

Se algum dia
Outro amor eu conhecer
Quando a saudade dormir
Sei cada beijo que eu der a de ser
Em homenagem a ti

Tu que sabes
Quanto eu te amei
Tu que sabes que chorei
Tu muito alem, longe daqui
Tu que existes para mim

Tu,
Tu sabes que nunca poderei achar
Alguem igual a ti
E muito alem, muito longe daqui
Tu esperas por mim

Onde estiver
Tudo o que fizer
Tudo vai dizer
Que estas em mim
Amor, amor, amor

E cedo ou tarde
Ao teu lado estarei
E essa dor esquecerei
Cada segundo que sou infeliz
Mais me aproximo de ti

Tu que sabes
Quanto eu te amei
Tu que sabes que chorei
Tu muito alem, longe daqui
Tu,tu existes para mim


 
 
Júlio César - Voltarei (Torneró)
 

sábado, 7 de maio de 2016

RPM - OLHAR 43

RPM
Revoluções por Minuto (também conhecida somente por RPM) é uma banda de rock brasileira surgida em 1983, tendo sido uma das mais populares do país nos anos de 1984 a 1987. Foi uma das bandas mais bem sucedidas da história da música brasileira. Na segunda metade dos anos 80, conseguiram bater todos os recordes de vendagens da industria fonográfica brasileira. A visão crítica e bagagem cultural do letrista Paulo Ricardo foi um argumento de marketing na vendagem dos discos da banda. A banda vendeu mais de 5 milhões de discos em sua carreira.

Tudo começou em 1980, em São Paulo, quando Paulo Ricardo namorava Eloá, que morava em frente à casa onde Luiz Schiavon ensaiava com May East. O casal resolveu um dia visitar os vizinhos, que estavam num ensaio crucial que decidiam entre cantar em inglês ou português. Paulo Ricardo deu seu voto, opinando pelas letras em português e assim conheceu Luiz Schiavon. Neste dia conversaram muito sobre música. Paulo estava começando sua carreira como crítico musical e Schiavon era um pianista clássico, que buscava um novo caminho, mais popular, mas sentiu dificuldade em encontrar alguém. Foi assim que Paulo recebeu o convite para integrar o "Aura", uma banda de jazz-rock que ainda tinha Paulinho Valenza na bateria e o curitibano Edu Coelho na guitarra. Depois de três anos de ensaios e nenhum show, Luiz encantou-se pela música eletrônica e pela tecnologia de novos sintetizadores, enquanto Paulo decidiu morar na Europa – primeiro na França e depois em Londres, de onde escrevia sobre novidades musicais para a revista Somtrês e se correspondia com freqüência com Schiavon. Este choque de personalidades impulsionou a criação do RPM depois que o trabalho da dupla foi retomado em fins de 1983, já em São Paulo.
Juntos, criaram as primeiras canções. As primeiras foram "Olhar 43", "A Cruz e A Espada" e a música que batizara a banda que ali nascia: "Revoluções por Minuto". Gravaram uma fita demo destas músicas com uma bateria eletrônica e encaminharam à gravadora CBS, que considerou-as ambíguas e difíceis de tocar nas rádios.
O nome 45 RPM (45 rotações por minuto) foi sugerido inicialmente em uma lista de nomes feita por uma amiga. Schiavon e Paulo gostaram do nome, mas tiraram o 45 e mudaram o Rotações por Revoluções. Convidaram o guitarrista Fernando Deluqui (ex-guitarrista da cantora May East, ex-integrante da Gang 90 e as Absurdettes) e o baterista Junior Moreno, na época com apenas 15 anos e impedido de fazer futuras excursões com a banda. Posteriormente, devido aos estudos abriu mão das baquetas sendo substituído por Charles Gavin (ex-Ira!, futuro baterista dos Titãs) para completar o grupo. Já batizados de RPM, conseguiram um contrato com a gravadora Sony Music, com o compacto de 1984, que viria com as faixas "Louras Geladas" (a música virou um hit das danceterias e das paradas de sucesso das rádios) e "Revoluções por Minuto" (que foi censurada na época). "Louras Geladas" caiu no gosto do público de todo o país e levou a banda a gravar o seu álbum de estreia, já com o baterista Paulo P.A. Pagni (ex-Patife Band), que entrou para o RPM como convidado, no meio da gravação do LP, o que explica a sua ausência na capa do disco "Revoluções Por Minuto". Charles Gavin havia saído do grupo para se integrar aos Titãs.


 
RPM - OLHAR 43

Seu corpo é fruto proibido
É a chave de todo pecado
E da libido, e pra um garoto introvertido
Como eu, é a pura perdição.

É um lago negro, o seu olhar
É água turva de beber, se envenenar
Nas suas curvas derrapar, sair da estrada
E morrer no mar. (no mar)

É perigoso o seu sorriso,
É um sorriso assim jocoso, impreciso,
diria misterioso, indecifrável, riso de mulher.

Não sei se é caça ou caçadora,
Se é Diana ou Afrodite, ou se é Brigite,
Stephanie de Mônaco, aqui estou
inteiro ao seu dispor. (princesa)

Pobre de mim, que invento rimas assim
pra você, e um outro vem em cima
e você nem pra me escutar.

Pois acabou, não vou rimar
coisa nenhuma
Agora vai como sair
Eu já não quero nem saber
Se vai caber ou vão me censurar (será)

E pra você eu deixo apenas
Meu olhar 43,
Aquele assim meio de lado
Já saindo
Indo embora, louco por você (que pena)

Que desperdicio! (tesão)
 

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Julia Graciela - ANÚNCIO DE JORNAL

Julia Graciela

Julia Graciela é uma cantora argentina que fez sucesso no Brasil na década de 1980. Nasceu em 1961 e se mudou para o Brasil em 1976.

Contratada pela gravadora Polygram, a cantora iniciou sua carreira artística em julho de 1980 na TV Bandeirantes, canal 13, se apresentando no programa "A Discoteca do Chacrinha" com a música "Anúncio de Jornal". Seu primeiro compacto foi bem aceito pelo público brasileiro, tendo vendido somente no Brasil cerca de um milhão de cópias.

Em poucos meses, lançou no Brasil mais um compacto, trazendo as faixas "Eu Deixei A Minha Terra" e "Regresse Carinho", ambas compostas por ela e o pai, o produtor Gabino Correa. Este disco quebrou o record de vendas do primeiro, tendo sido lançado não somente no Brasil, mas também em Portugal.

Em 1981 lança seu primeiro long play, "Por Amar Demais", nome de uma das músicas daquele disco. O disco, totalmente autoral, traz mais uma vez composições suas e de seu pai. Naquele país, suas canções somam cerca de meio milhão de cópias vendidas.

No momento reside no México, onde sua música recebeu grande aceitação e reconhecimento nos últimos anos da década de 2000. Incursiona pelo país realizando shows. Júlia Graciela também lançou no ano de 2006 o disco intitulado "Triste Saudade" pela Videolar. O trabalho foi produzido pelo pai e empresário da cantora, Gabino Correa.

 
Julia Graciela - ANÚNCIO DE JORNAL

Precisa-se de moça
Boa aparência, pra secretária
Tem que ser muito bonita
Descontraída e educada

Eu era ainda menina
Quando li aquele anúncio no jornal
Usei meu melhor vestido
E nos sonhos coloridos precisava trabalhar
Tudo parecia um sonho
Eu já era secretária de você
Eu estava tão contente
Tudo era diferente para mim

Refrão

Foi numa segunda-feira
Quando você me pediu para ficar
Dizendo que era importante
Terminar aquela carta depois das seis
Foi nessa noite de outubro
Quando perdi a inocência por você
Me entreguei aos seus carinhos
Eu fiz todos seus caprichos por amor

Refrão

Cada dia que passava
Eu vivia apaixonada por você
Mas você mandou entregar-me
Um envelope fechado
Para pagar os sonhos meus

Refrão


 

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Amelinha - FOI DEUS QUEM FEZ VOCÊ

Amelinha
Amélia Cláudia Garcia Collares (Fortaleza, 21 de julho de 1950), mais conhecida como Amelinha, é cantora e compositora brasileira.
 

Iniciou a carreira na década de 1970 ao lado de outros cantores cearenses como Fagner, Belchior e Ednardo, o grupo ficou conhecido no meio artístico como o pessoal do Ceará. Partiu de sua terra natal, no ano de 1970, para cursar Comunicação na cidade de São Paulo. Cantando inicialmente como amadora, Amelinha participou de shows do cantor e compositor cearense Fagner, de quem é amiga.

A partir do ano de 1974, inicia sua carreira profissional na música, se apresentando em programas televisivos. Em 1975, viaja para Punta del Este, no Uruguai, na companhia de Vinícius de Morais e Toquinho.

Dois anos depois, Amelinha lança o disco "Flor da Paisagem", sob produção de Fagner, e foi apontada como cantora revelação da MPB. Em 1979, ganha o disco de ouro com o lançamento do LP "Frevo Mulher". Mas foi em 1980 que Amelinha foi consagrada como grande intérprete da música popular brasileira, com a canção "Foi Deus que fez você", composta por Luiz Ramalho, no festival MPB 80, da Rede Globo. A canção foi classificada em 2º lugar, e vendeu mais de um milhão de discos compactos, alcançando o 1º lugar nas paradas das rádios FM e AM.

 
Amelinha - FOI DEUS QUEM FEZ VOCÊ

Foi Deus que fez o céu,
O rancho das estrelas.
Fez também o seresteiro
Para conversar com elas.

Fez a lua que prateia
Minha estrada de sorrisos
E a serpente que expulsou
Mais de um milhão do paraíso.

Foi Deus quem fez você;
Foi Deus que fez o amor;
Fez nascer a eternidade
Num momento de carinho.

Fez até o anonimato
Dos afetos escondidos
E a saudade dos amores
Que já foram destruídos.
Foi Deus!

Foi Deus que fez o vento
Que sopra os teus cabelos;
Foi Deus quem fez o orvalho
Que molha o teu olhar. Teu olhar...
Foi Deus que fez as noites
E o violão plangente;
Foi Deus que fez a gente
Somente para amar. Só para amar...
 

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Ritchie - MENINA VENENO

Ritchie

Richard David Court, ou Ritchie (Beckenham, 6 de março de 1952) é um cantor e compositor inglês radicado no Brasil, autor de diversos sucessos como "Menina Veneno" , "A Vida Tem Dessas Coisas", "Pelo Interfone", "Casanova" e "Voo de Coração".

No final de 1972, Ritchie desembarcou em São Paulo, onde formou a banda Scaladácida com o baterista Azael Rodrigues, o guitarrista Fabio Gasparini e o baixista Sérgio Kaffa. O grupo fez vários shows na cidade e foi sondado pela gravadora Continental. Mas Ritchie ainda não tinha o visto de permanência e o contrato não foi assinado. Scaladácida terminou suas atividades no final de 1973 e Ritchie se mudou para o Rio de Janeiro com sua esposa, a arquiteta e estilista Leda Zuccarelli com quem e casado ate hoje.


 
Ritchie - MENINA VENENO

 Meia-noite no meu quarto, ela vai subir
Ouço passos na escada, vejo a porta abrir
Um abajur cor de carne*, um lençol azul
Cortinas de seda, o seu corpo nu

Menina veneno o mundo é pequeno demais para nós dois
Em toda cama que eu durmo
Só dá você

Seus olhos verdes no espelho
Brilham para mim
Seu corpo inteiro é um prazer
Do princípio ao sim

Sozinho no meu quarto
Eu acordo sem você
Fico falando pras paredes
Até anoitecer

Menina veneno
Você tem um jeito sereno de ser
Em toda noite no meu quarto
Vem me entorpecer
Me entorpecer

Menina veneno
O mundo é pequeno demais
Pra nós dois
Em toda cama que eu durmo
Só dá você

Meia-noite no meu quarto
Ela vai surgir
Eu ouço passos na escada
Eu vejo a porta abrir

Você vem não sei de onde
Eu sei, vem me amar
Eu nem sei qual seu nome
Mas nem preciso chamar

Menina veneno
Você tem um jeito sereno de ser
Em toda noite no meu quarto
Vem me entorpecer
Me entorpecer

Menina veneno