segunda-feira, 11 de julho de 2016

Martinha - EU DARIA MINHA VIDA

Martinha
Martha Vieira Figueiredo Cunha, a Martinha (Belo Horizonte, 30 de julho de 1949) é uma cantora e compositora brasileira.
 

Foi apelidada de "Queijinho de Minas" pelo rei Roberto Carlos. Destacou-se na Jovem Guarda participando de programas musicais e de entrevistas nas mais importantes emissoras de televisão.
 

Seu grande sucesso foi Eu daria a minha vida, gravada em 1968, depois também gravada por Roberto Carlos, exemplo seguido por outros cantores.
 

Ao longo de sua carreira, iniciada em 1966 e feita no Brasil e no exterior, gravou 23 LP, que somaram três milhões de cópias vendidas. Alcançou grande êxito na América Latina com canções como "Hoy daria yo la vida", "Llueve" e "Aquí".
Ganhou todos os prêmios possíveis no país, e muitos outros no exterior. Como compositora, conseguiu grande êxito, tanto com cantores da Jovem Guarda como com os sertanejos.
Atualmente reside na cidade de São Paulo.

 
Martinha - EU DARIA MINHA VIDA

Eu daria minha vida para te esquecer
Eu daria minha vida pra não mais te ver

Eu daria minha vida para te esquecer
Eu daria minha vida pra não mais te ver

Já não tenho nada
A não ser Você comigo
Sei que é preciso Esquecer
Mas não consigo

Eu daria minha vida para te esquecer
Eu daria minha vida pra não mais te ver

Eu daria minha vida para te esquecer
Eu daria minha vida pra não mais te ver

Digo a todo mundo
Nunca mais Verei
Aqueles olhos tristes Que eu tanto Amei

Mas existe em mim um coração Apaixonado
Que diz Só pra mim
Que eu daria minha vida pra você voltar
Que eu daria minha vida pra você ficar

Digo a todo mundo Nunca mais Verei
Aqueles olhos tristes Que eu tanto Amei

Mas existe em mim um coração
Apaixonado Que diz Só pra mim
Que eu daria minha vida pra você voltar
Que eu daria minha vida pra você ficar
 



segunda-feira, 4 de julho de 2016

Marcos Roberto - A ULTIMA CARTA

Marcos Roberto

Marcos Roberto Dias Cardoso, mais conhecido como Marcos Roberto (São Paulo, 26 de junho de 1941 - Osasco, 21 de julho de 2012) foi um cantor e compositor brasileiro que fez sucesso desde a década de 1960 e na década de 1980 com a música A última carta, que ficou meses em primeiro lugar nas paradas e vendeu mais de dois milhões de discos.

Um dos cantores mais premiados, ganhou o troféu Chico Viola e vários discos de platina e diamante. Devido ao grande sucesso, participou dos principais programas de rádio e televisão da época. A música "A Última Carta" originalmente é do compositor potiguar Antonio Marcelino Vieira, de nome artístico AMV, falecido em 2006, que doou a letra e a melodia a Marcos Roberto, por ocasião de uma apresentação que este último fazia numa pequena cidade do Rio Grande do Norte, em 1970. A doação de músicas - por pequenos compositores a artistas de renome nacional - era um fato corriqueiro nos anos 60/70, no Nordeste brasileiro.
 

Marcos Roberto ultimamente era produtor de novos cantores e bandas musicais e continuava compondo músicas. Marcos Roberto foi um dos nomes ligados à Jovem Guarda, nos anos 60, participante do consagrado programa comandado por Roberto Carlos, na TV Record. Participou com grande brilho do show da Rádio América, em 15 de março de 1968, no antigo Cine Piratininga do Bras, espetáculo comandado por José Paulo de Andrade, Sergio de Freitas e Newton Miranda, apresentadores de uma das programações jovens de maior audiência no rádio, na época.
 

Marcos Roberto faleceu no dia 21 de julho de 2012 aos 71 anos devido a falência múltipla dos órgãos. O cantor estava internado no Hospital Municipal Antônio Giglio, na cidade de Osasco, em São Paulo, segundo amigos e familiares Marcos Roberto sofria de depressão por causa da morte de sua mulher vítima de câncer.


 
Marcos Roberto - A ULTIMA CARTA

Eu resolvi a lhe escrever a última carta
Para pedir mais uma
vez a sua volta
Com sua ausência eu sofro tanto
E não
consigo acreditar
Que você já me esqueceu e não quer voltar

Se você sentisse a saudade que eu sinto agora
Mandaria a carta que eu espero logo sem demora
Nossa casa sem você é triste não é mais aquela
Mas posso dizer que a felicidade ainda aqui te espera

Tento dormir mas a saudade não me deixa
É madrugada e outra vez
estou chorando
Está carta manchada de lágrimas
Mais uma vez vai lhe dizer
Que eu estou morrendo apaixonado por você

Escreva-me, escreva-me, escreva-me a última carta
Escreva-me, escreva-me, escreva-me a última carta.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Márcio Greyck - O MAIS IMPORTANTE É O VERDADEIRO AMOR

Márcio Greyck

A sua carreira teve início em 1967 quando lançou o seu primeiro disco com canções dos Beatles, incluindo a sua primeira composição Venha sorrindo.
O sucesso nacional chegou na década de 1970, com a canção Impossível acreditar que perdi você, parceria com o seu irmão Cobel. O disco vendeu mais de 500 mil cópias, sendo considerado à época como um fenômeno de vendas, tendo ficado nas paradas durante seis meses consecutivos. A canção foi regravada por mais de 60 artistas de diferentes estilos de interpretação, entre eles Fábio Júnior, Rita Ribeiro, Verônica Sabino, Wilson Simonal, Rosana, e Toni Platão.
É o autor de sucessos como O Infinito, O mais importante é o verdadeiro amor, Aparências, O Travesseiro, Reencontro e outros.
Lançou um disco em espanhol para toda a América Latina e foi reconhecido também em Portugal.
Foi um dos artistas que mais atuou em programas de TV, tendo inclusive apresentado o seu próprio programa (O mundo é dos jovens) na extinta TV Tupi de São Paulo, além de participar de festivais internacionais e ganhar prêmios importantes como a Gaviota de Plata em Viña del Mar no Chile, em 1983.
Como compositor também tem canções gravadas por Roberto Carlos, como Tentativa e Vivendo por viver. Esta última foi também gravada por Zezé di Camargo e Luciano, e ainda por Sérgio Reis.
Atualmente reside em Belo Horizonte de onde se desloca para atender a inúmeros convites para shows em todo o Brasil. Trabalha também em parceria com o seu filho mais novo, Bruno Miguel que também prepara um CD com músicas inéditas a ser lançado em breve
 
Márcio Greyck - O MAIS IMPORTANTE É O VERDADEIRO AMOR

Quanto sinto em dizer-te
que me podes desprezar
logo, logo sei que devo deixar-te
já não posso mais sonhar.
Você fica tão calada
não sei mais o que fazer
se te sentes por minha culpa desprezada
sei que não terei perdão.

REFRÃO
Você deve compreender-me
se eu quiz sonhar
foi você que teve a idéia de querer-me
e isso eu quero esquecer
Para que pedir carinho
que não vale mais
pois o meu destino está tão marcado
ah, minha vida, outra vida, um amor de verdade


Te asseguro que esta noite
voltarei para quem amo
sei também que não é hora, nem é fácil
mas perdão te pedirei

REFRÃO

Nós sabemos que num instante
nosso amor se acabou
e compreendes que o mais importante
é o verdadeiro amor.


segunda-feira, 20 de junho de 2016

José Augusto - MES ESQUECI DE VIVER

José Augusto

José Augusto Cougil (Rio de Janeiro, 16 de agosto de 1953) é um cantor e compositor brasileiro.

Filho único de Sofhia Cimillo Cougil e Augusto Cougil Novoa, aos 8 anos começou a estudar piano, harmonia e solfejo no conservatório nacional de música do Rio de Janeiro. Logo depois ganha um piano de presente do pai para praticar em casa. Com 12 anos ganhou o primeiro violão, e aprende a tocar o básico.
Aos 14 anos participou do festival de música de Santa Teresa quando recebeu o seu primeiro prêmio como melhor interprete do festival. Dos 14 aos 17, fez testes em quase todas as gravadoras do Brasil sendo reprovado em todas, até que conseguiu uma nova chance com o produtor Renato Corrêa, integrante do grupo Golden Boys tendo assim a oportunidade de cantar com a orquestra do maestro Gaya, sendo aprovado e pronto para gravar seu primeiro disco.
A carreira do cantor e compositor começou em 1972, quando ele levou uma fita de suas músicas à então gravadora EMI.
O produtor de discos Renato Correia, logo percebeu o talento de José Augusto, e imediatamente recomendou sua contratação. Em 1972 teve sua primeira composição gravada por Cauby Peixoto. No mesmo ano gravou um compacto simples como teste. Em 1973 gravou o seu primeiro disco oficial com a música "De Que Vale Ter Tudo Na Vida" com vendagem de um milhão de cópias.


 
José Augusto - ME ESQUECI DE VIVER

De tanto correr pela vida sem rumo
Me esqueci que na vida se vive um momento
De tanto querer ser em tudo o primeiro
Esqueci de viver os detalhes pequenos

De tanto brincar com os meus sentimentos
Vivendo de aplausos, envolto em sonhos
De tanto cantar minhas canções ao vento
Já não sou como eu fui, Já não sei o que sinto

Me esqueci de viver, Me esqueci de viver
Me esqueci de viver, me esqueci de viver

De tanto cantar ao amor e a vida
Eu fiquei sem amor uma noite de um dia
De tanto brincar com quem eu mais queria
Eu perdi sem querer o melhor que eu tinha

De tanto ocultar a verdade com mentiras
Enganei sem saber que era eu quem perdia
De tanto esperar o que eu nunca oferecia
Hoje eu vivo a chorar, O que eu sempre temia

Me esqueci de viver, me esqueci de viver
Me esqueci de viver, me esqueci de viver

De tanto correr pra roubar tempo ao tempo
Esquecendo até dos melhores amigos
De tanto lutar sem pensar no fracasso
Descobri sem querer, que eu vivi sem motivo

Me esqueci de viver, me esqueci de viver
Me esqueci de viver, me esqueci de viver

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Jessé - PORTO SOLIDÃO - IF YOU COULD REMEMBER

Jessé

Jessé Florentino Santos, conhecido apenas como Jessé (Niterói, 25 de abril de 1952 – Ourinhos, 29 de março de 1993), foi um cantor e compositor brasileiro.

Jessé foi criado em Brasília. Mudou-se para São Paulo já adulto, e atuou como crooner em boates. Depois, integrou os grupos Corrente de Força e Placa Luminosa, animando bailes por todo o Brasil.
 

Ainda nos anos 70, também chegou a gravar em inglês com o pseudônimo de Tony Stevens. Foi revelado ao grande público em 1980, no Festival MPB Shell da Rede Globo com a música "Porto Solidão" (Zeca Bahia/ Ginko), seu maior sucesso, ganhando prêmio de melhor intérprete.

Em 1983, ganhou o XII Festival da Canção Organização (ou Televisão Ibero-Americana) (OTI) realizado em Washington, com os prêmios de melhor intérprete, melhor canção e melhor arranjo para "Estrelas de Papel" (Jessé/ Elifas Andreato).


De voz muito potente, no decorrer de sua carreira Jessé gravou 12 discos (como os álbuns duplos "O Sorriso ao Pé da Escada" e "Sobre Todas as Coisas") mas nunca conseguiu os louros da crítica especializada. Morreu aos 40 anos, em 29 de março de 1993 de traumatismo craniano sofrido num acidente de carro quando se dirigia para a cidade de Terra Rica, no Paraná, para fazer um espetáculo.


 
Jessé - PORTO SOLIDÃO

Se um veleiro repousasse na palma da minha mão
Sopraria com sentimento e deixaria seguir sempre
Rumo ao meu coração
Meu coração
A calma de um mar que guarda tamanhos segredos
De versos naufragados e sem tempo

Rimas de ventos e velas, vida que vem e que vai
A solidão que fica e entra
Me arremessando contra o cais



 
Tony Steves (Jessé) - IF YOU COUD REMEMBER



segunda-feira, 6 de junho de 2016

Jane e Herondy POR MUITAS RAZÕES EU TE QUERO

Jane e Herondy

Jane e Herondy é uma dupla musical brasileira de grande sucesso na década de 1970, formada por Jane Moraes e Herondy Bueno.
 

Recordista de vendas com a música Não Se Vá. A dupla recebeu os direitos autorais dessa música em 1976. Fez shows por todo o Brasil e participou de programas de televisão como Qual é a Música?, Cassino do Chacrinha e Almoço com as Estrelas. Ganharam vários prêmios e gravaram mais de 50 discos. A dupla foi casada por 33 anos, ficaram separados cerca de sete anos. Em 2010 eles se reconciliaram. Após a volta do casal, decidiram retomar a carreira artística.


 
Jane e Herondy POR MUITAS RAZÕES EU TE QUERO 

Nan nan nan
Por que tu me ensinaste a viver desta forma te quero
Não encontro razão nesta vida e por isso te espero
Pela imensa ternura e teu modo de ser eu te quero
Ao teu lado eu sinto o quanto te amo e venero

Por que me ensinaste a viver desta forma te quero
Por que antes de ti não senti um amor tão sincero
Por que nada me dá a ternura que ao teu lado encontro
É por essa e por muitas razões que eu tanto te quero

Porque nunca na vida encontrei um amor verdadeiro
porque estando ao teu lado eu enfrento o mundo inteiro
porque contigo aprendi que a vida é melhor
e ao teu lado eu encontro ternura e amor
que é por essa e por muitas razões que eu tanto te quero

Nan, nan, amor amor (3x)
Nan, nan

Por que às vezes dormindo querida em meus sonhos te chamo
Pela imensa ternura e teu modo de ser que eu te amo
Esse amor é tão grande que o mundo parece pequeno
É por essas e muitas razões que eu tanto te quero.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Gilson Campos - CASINHA BRANCA

Gilson Campos


Gilson Vieira da Silva, conhecido artisticamente por Gilson (Macau, 1 de agosto de 1952) é um cantor, compositor e produtor musical brasileiro.

Notabilizou-se a partir de 1976, com Casinha Branca, composta por Joran (seu principal parceiro de composições) e Marcelo, que integrou a trilha sonora da telenovela Marrom Glacê, de 1979. A música, que fez parte do primeiro LP, um compacto simples batizado com o nome do cantor, foi regravada por diversos artistas, com destaque para a interpretação de Maria Bethânia, que a incluiu no CD Maricotinha ao vivo - 35 Anos de Carreira, em 2002. Gilson ainda lançaria outros três álbuns: Vitrine (1980), "Encontro Casual (1987) e Tempo Bom (1991).
Radicado desde 1966 no Rio de Janeiro, é irmão do também cantor Nazareno Vieira e dedica-se atualmente à função de produtor musical.


Em 2011, o rapper Dexter lançou Como vai seu mundo, cuja letra é inspirada em Casinha Branca.

 
Gilson Campos - CASINHA BRANCA
 
Eu tenho andado tão Sozinho
Ultimamente
Que nem vejo à minha frente
Nada que me dê prazer
Sinto cada vez mais longe
A felicidade
Vendo em minha mocidade
Tanto sonho perecer
Eu queria ter na vida
Simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca
De varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Às vezes saio a caminhar
Pela cidade
À procura de amizades
Vou seguindo a multidão
Mas eu me retraio olhando
Em cada rosto
Cada um tem seu mistério
Seu sofrer, sua ilusão
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Eu queria ter na vida simplesmente um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer